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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Imposto menor para bikes pode melhorar o trânsito

Uma bicicleta de passeio com roda aro 26 e câmbio de 21 marchas, vendida a R$ 600 no Brasil, poderia custar menos de R$ 360 se não fosse o peso dos impostos no País.
Como alternativa para resolver o problema da mobilidade nas grandes cidades, os defensores das bicicletas estão defendendo a redução da carga de impostos que é de 40,5% segundo a Aliança Bike, que reúne entidades do setor.
Desde 1985, 27 projetos propondo a desoneração das bicicletas já foram colocados em votação na Câmara dos Deputados. Até hoje, nenhum foi aprovado, mas as bicicletas produzidas no País seguem entre as mais caras do mundo, ainda que a maioria dos consumidores seja de baixa renda e utilize o produto como meio de transporte.
Mobilização.
 A Aliança Bike e a Associação Brasileira da Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Bicicletas, Peças e Acessórios (Abradib) se aliaram na mobilização pelo corte dos impostos. Elas querem baratear também os componentes importados, como sistema de câmbio, que não são produzidos no país.
De acordo com Ana Lia, diretora-executiva da Abradib, há uma contradição de políticas no Brasil pois, enquanto o governo estimula o uso de bicicletas por meio do Ministério das Cidades, desestimula as indústrias quando recomenda que se instalem em Manaus para fugir dos impostos.
"Como o produto é de baixo valor agregado, ele precisa ser produzido próximo do mercado consumidor", explica Ana. Para ela, diferentemente do perfil produtivo que dá certo na capital amazônica, a fabricação de bicicletas não faz uso intensivo de mão de obra e de capital. "Hoje só 16% da produção está lá, o resto está espalhado pelo Brasil", afirma.
Para a deputada federal Marina Santanna, de Goiás, as ciclovias em grandes capitais pode favorecer a melhoria do trânsito e ajudar a pressionar a aprovação de projetos para baratear as bicicletas.
Ela é autora do PL 4294 de 2012, parado na Comissão de Finanças e Tributação, que desonera bicicletas, suas partes e acessórios de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).
"Com estímulo para que as pessoas comprem bicicletas, com preços reduzidos, isso pode criar uma integração de necessidades", avalia a deputada, que reconhece no ciclismo uma saída para o trânsito caótico em grandes cidades, além de uma medida para evitar problemas de saúde.
Impostos.
 Segundo um estudo realizado pela Tendências Consultoria Integrada a respeito do setor de bicicletas no Brasil, esse tipo de produto está sujeito a uma tributação média de 68,2% sobre o custo de fabricação.
A análise da Tendências indica que há uma grande disparidade no País. Enquanto uma bicicleta com peças 100% nacionais produzida na Zona Franca de Manaus tem tributação acumulada de 7,9%, aquelas fabricadas em outras regiões, com uso de peças importadas, são tributadas em 80,3%.
Mesmo na zona franca, se uma bicicleta utilizar peças importadas, o peso dos impostos sobe para 37,6%. No caso das importadas, a tributação vai a 107%. Esses valores desconsideram a substituição tributária, aplicada em alguns Estados, que elevaria ainda mais o custo ao consumidor.
"São três grandes frentes que influenciam drasticamente o acesso à bicicleta: infraestrutura, cultura e carga tributária", avalia Marcelo Maciel, presidente da Aliança Bike. Para ele, as esferas federal, estadual e municipal precisam trabalhar de forma conjunta.
"A altíssima carga tributária incidente sobre a bicicleta, maior do que a que incide sobre motocicletas e automóveis, precisa ser reduzida", acrescentou.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Como salvar os ciclistas da Pampulha

A imagem abaixo é uma montagem de como ainda é possível salvar os ciclistas que contornam a orla da Pampulha. Isso porque se a ciclovia que está planejada for implantada como vem ocorrendo, o número de acidentes entre ciclistas vai disparar nos domingos, devido ao excesso de ciclistas.

Mutirão de ciclistas pinta três quilômetros de ciclofaixa em Fortaleza

Um grupo de 20 pessoas realizou no domingo 4 de julho  um mutirão para criar ciclofaixas na Avenida Ana Bilhar, em Fortaleza (CE) . Segundo o grupo, a faixa pintada no asfalto é feita com um material que some naturalmente após três semanas.
“O material que foi utilizado não fixa, ele vai ficar alguns dias ali e depois vai sumir, não é nenhum tipo de depredação do patrimônio público. Ele tem o objetivo de chamar atenção do poder se criar segurança para o cliclista”, explica o advogado Celso Sakuraba.
O mutirão foi promovido pelo Massa Crítica, que usa as redes sociais para denunciar o número reduzido de ciclofaixas e espaços adequados para o ciclismo em Fortaleza, com apoio do grupo Ciclovida, que promove passeios de bicicleta em grupo na capital cearense.
O grupo gastou R$ 300 para pintar três quilômetros de ciclofaixa, aumentando para 5 quilômetros o total de ciclofaixas em Fortaleza. “A Ana Bilhar tem espaço suficiente para pontar ciclofaixas dos dois lados. Enquanto nós íamos pintamos, vimos que alguns ciclistas já usavam a parte já pintada”, diz Sakuraba.

A prefeitura de Fortaleza afirma que tem projeto para ampliar os 72 quilômetros de ciclovia para 112, além de melhorar as ciclovias já existentes. Em relação a ciclofaixas, Fortaleza tem apenas dois quilômetros desses espaço para cliclistas.
Na opinião desse blogueiro, é uma VERGONHA  que a população tenha que se mobilizar para demarcar um espaço que o poder público tem a OBRIGAÇÃO de demarcar.

Modelo de ciclofaixa nos Estados Unidos

Para a segurança dos ciclistas, principalmente num local com intenso uso de bicicletas (orla da lagoa da Pampulha) a solução mais segura para todos os ciclistas é a Ciclofaixa, segundo o padrão americano exibido nessa imagem.
Observe as 2 principais características: mão única de direção acompanhando o trânsito dos carros, e sem delimitação com blocos de concreto.



sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Agradecimento aos afiliados

A diretoria da União Ciclística de MG agradece ao apoio que tem recebido de todos os seus membros.

Nas últimas semanas nós recebemos a colaboração financeira de novos integrantes afiliados, listados abaixo:


  • Carlos H. S. R. (Valor da colaboração: R$ 99,35)
  • Nilton O. L. (Valor da colaboração: R$ 99,30)
  • Helder A. N. (Valor da colaboração: R$ 99,16)
A União Ciclística é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo difundir o ciclismo de estrada de forma responsável e segura, principalmente na orla da lagoa da Pampulha em Belo Horizonte.

Se você é afiliado e já recebeu sua guia de depósito, pode efetuar o depósito em agências da Caixa Econômica Federal ou nas casas lotéricas. Não há prazo ou data de vencimento referente a essa contribuição.


A contribuição (ou colaboração) não é obrigatória. Durante os últimos anos, a diretoria vem fornecendo aos associados o tradicional lanche com frutas após os treinos de sábado, e todas as contribuições são para a manutenção desse lanche.


Também usamos parte das contribuições para a impressão das carteirinhas e do jornal da união ciclística.


Se você não é afiliado e quer receber sua carteirinha, por favor cadastre-se no link: http://bh1.com.br/contato-ucmg.php


Todos as contribuições serão exibidas nesse blog. Agradecemos a boa vontade de todos e esperamos o próximo encontro no sábado às 8 horas da manhã no anfiteatro da igrejinha da Pampulha.