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sábado, 15 de agosto de 2009

Como Pedalar sem Dores na Bunda


Todo iniciante já deve ter passado pela situação de ficar com dor na bunda depois de andar de bicicleta por algumas horas seguidas. O corpo até que aguenta mais uns quilômetros ou uma subida, mas a bunda, coitada, já está fazendo bico.






Primeiro não adianta pensar que aquelas bermudas de ciclista são a solução para o seu problema. Na verdade elas ajudam um pouco, por serem acolchoadas, minimizando a dor causada pelas longas horas no pedal.

O que realmente funciona é a distribuição do peso pela bicicleta, como mostrado na foto do início deste artigo. O ideal é que você distribua o seu peso entre os pontos A, B e C, porque se sentar na bike com todo o seu peso no banco, você já sabe porque a sua bunda vai doer.
Tudo é uma questão de peso distribuído por uma área. No caso do iniciante temos, normalmente, quase todo o peso distribuído em uma área bem pequena (o banco diminuto da bicicleta).

E se em vez de colocar todo o seu peso no banco, você distribuí-lo entre as mãos/guidão (A), os pés/pedais (B) e finalmente o banco (C)? Há, deste jeito ficaria bem melhor! O peso distribuído entre estes três pontos minimiza a pressão sobre o banco, e consequentemente as dores na bunda.

Não dá para garantir o quanto de peso você conseguirá redistribuir, pois isso depende de treino e experiência. Mas garanto que na sua próxima pedalada o conforto irá aumentar significativamente.

Experimente deslocar o seu peso para frente ou para trás da bicicleta. Levante, deixando as pernas esticadas; sinta o peso do tronco nas mãos. Vá experimentando e notando como as mudanças do corpo em cima da bicicleta alteram a pressão no banco.

Teste várias posições e veja qual melhor se encaixa no seu estilo de pilotagem e tipo de bicicleta. Com o tempo e algumas horas pedalando, você conseguirá minimizar estas dores; um pouco por melhorar o seu posicionamento e outro tanto por já ter ficado calejado. Mas isso você só consegue com muitas horas de pedal, comendo poeira e suando nas subidas.

Fonte: http://transpirando.com/

Obesidade


Introdução

O excesso de peso parece ser atualmente a marca registrada, da civilização, principalmente em certos segmentos da sociedade. Muitos são os problemas que a obesidade traz para o organismo. Alem disso, o lado estético está sempre presente e pode ser fonte de muita frustração.

A gordura, que cientificamente é tratada como um composto químico com múltiplas funções e implicações orgânicas, popularmente é renegada e combatida através das mais diversas técnicas.

Como ocorre a Obesidade

Freqüentemente a obesidade deve-se mais ao que se come do que à quantidade do que se come, o que pode gerar um desequilíbrio na balança da ingestão e gasto. Obtemos peso quando ingerimos mais do que gastamos; e perdemos quando gastamos mais do que ingerimos.

A obesidade parece estar muito ligada a infância, pois é nesta fase, principalmente entre os dois e três anos que adquirimos maior parte das células adiposas, responsável pelo armazenamento de gordura em nosso corpo. Essas células são muito elásticas e, estimuladas pelo excesso de alimentos, são capazes de armazenar gorduras até dez vezes o seu tamanho. Quando chegam a esse limite, dividem-se ao meio, duplicando seu número. Resultado: gordura em dobro.

Esse poder de multiplicação diminui sensivelmente depois da adolescência, mais o tecido adiposo produzido na infância acompanhará o indivíduo por toda vida. É a famosa “tendência a engordar”, se ocorrer, deste indivíduo ter uma superalimentação, ele irá acelerar o processo, indubitavelmente a pessoa estará mais propensa e sujeita a obesidade.



Após a ingestão de alimento, durante a digestão, o bolo alimentar é degradado até partículas minúsculas que chamamos de nutrientes. Esse nutrientes passam facilmente do intestino para o sangue. Dos mais abundantes, os carboidratos, as proteínas e os lipídios são os principais.

Os alimentos energéticos quando excedem o necessário são transformados em triglicérides e armazenados em células especiais, chamados adipócitos. As gorduras são usadas para várias funções no organismo, como crescimento e espermatogênese. Mas seu excesso também é armazenado nos adipócitos. Essas células variam de tamanho durante a vida e parece que o número delas também varia. Quando as células adiposas atingem um tamanho máximo o organismo é estimulado a produzir novas células adiposas para que a gordura seja armazenada.

As dietas de emagrecimento esvaziam esses reservatórios de gordura, mas não eliminam as células adiposas, qualquer deslize alimentar, será suficiente para incha-las novamente, quando as moléculas de gordura entram na corrente sanguínea, são carregadas imediatamente para dentro destas células. Atualmente, está comprovado que quase nenhum tipo de obesidade é de origem glandular, a maior parte das vezes, a obesidade, mesmo nas crianças, é causada por perturbações emocionais. E também, um resultado de vários fatores, que podem ser genéticos, nutricionais, inatividade física, endócrinos, hipotalâmicos e drogas.

Também está estabelecido que os maiores causadores da obesidade e do excesso de gordura são a inatividade física e a superalimentação, como também que a prevenção ainda é o melhor caminho.


Malefícios do excesso de gordura

Indivíduos obesos são passivos de maiores infiltrações de gorduras nas artérias, também como manter-se obeso na idade adulta.

O excesso de gordura pode exigir mais energia para realização de atividade que exijam deslocamento corporal, tão bem como provocar desajustes mecânicos deteriorando as habilidades motoras e/ou as capacidades físicas.

Crianças magras não consolidam um processo de vida ativo, ou produto de aptidão, mas as conjeturas são maiores, após evidência da reciprocidade do sedentarismo e obesidade. Ser magro não é sinônimo de longevidade, mas tem menos risco de abreviar a vida comparado com pessoas de peso elevado em gordura. Pessoas moderadamente obesas tem 40% a mais de fatores de riscos, e obesidade severa apresenta 705 a mais.

Independente do nível de gordura é imprescindível realizar atividade física aeróbica para prosseguir o hábito permanente de vida. Crianças suficientemente ativas tem maiores condições de tornarem-se adultos ativos.

Prevenção de doenças cardíacas pelo aumento de colesterol HDL, redução de colesterol LHL, ou ação mútua são fundamentais no princípio de vida. A presença de colesterol é vinculada a genética com aspectos ambientais, capazes de sofrerem alterações. Assim, alimentação inadequada com abundância de gorduras saturadas, carboidratos complexos e inatividade física relacionam ao colesterol sanguíneo com alta fração de LDL.

A hipertensão pode sr originada na infância ou na fase anterior da vida. Suas características silente e assintomática propiciam a deterioração da íntima arterial, hipertrofia do ventrículo esquerdo, insuficiência renal, quando não detectado e tratada a tempo.

A hipertensão desempenha uma significativa prevalência na arteriosclerose, se já estiver presente, aumenta os riscos de doenças cardíacas.

A incidência de hipertensão em crianças obesas é superior a não obesas, e a dupla carga pressupõe sobrecarregar a funcionalidade orgânica das crianças, e o processo em longo prazo poderá facilitar a lesão nas artérias coronárias, e somente a perda de peso pode reverter o quadro hipertensivo.

A diabete é um estado de risco no sistema cardiovascular e as perturbações hemodinâmicas freqüentemente repercute em doenças cardíacas. Os problemas podem ser imediatos ou em longo prazo, reduzindo a qualidade e quantidade de vida do indivíduo.

Atividade física aeróbia aumenta a sensibilidade da insulina em diabéticos dependentes ou independentes, eleva o consumo de glicose durante o esforço evidenciando como protetor do sistema cardíaco e adapta-se ao esforço ao não diabético.

O Papel da atividade física na redução e manutenção do peso

O exercício não é milagroso, como também não são os remédios usados para emagrecimento. O milagre verdadeiro reside numa dieta equilibrada, proporcional ao gasto energético diário. O exercício físico é um potente ajudador na redução do peso corporal, principalmente na redução de gordura corporal. Entre os exercícios mais conhecidos estão a caminhada (uma hora pelo menos), o ciclismo a passeio (40 minutos), o trote (40 minutos) e a ginástica aeróbica proporcional a sua capacidade física em tempo e intensidade.

O principal papel da atividade física deve ser o de aumentar o gasto energético acima da ingestão alimentar para que alguma gordura corporal seja reduzida. Em segundo lugar, o exercício é indispensável para evitar que as regiões em que mais se perdeu gorduras fiquem flácidas, conseqüência natural da perda de peso.

É muito comum encontrar pessoas que fazem regimes os mais diversos. Muitas vezes, esquecem-se que não se deve perder peso muito rapidamente. Além de a região ficar com o tecido frouxo, ocorre a perda acentuada de nutrientes essenciais, componentes dos músculos que serão usados na atividade física, agravando mais ainda a frouxidão da região subcutânea. A dieta e o exercício devem estar muito combinados para o sucesso.


Obesidade X Idade

Parece que com o avanço dos anos a tendência é o aumento da espessura das dobras cutâneas, como conseqüência do aumento dos depósitos de gordura. Por quê isso ocorre? Seria alguma coisa natural no envelhecimento? É fato que com o envelhecimento perde-se cálcio (nos ossos), massa muscular, água celular. Mas, não deveria ocorrer também uma redução da gordura corporal? Muitos pesquisadores pensam que se não deve haver uma redução na gordura, pelo ,menos não deveria haver aumento.
Isso parece estar relacionado com o aumento da inatividade física. Ocorre que, se a pessoa mais idosa já tem uma série de mudanças no corpo a enfrentar, um aumento de gordura corporal sem dúvida acarretará um fardo extra.


Fonte: http://www.clinicando.hpg.ig.com.br

Capacete para ciclismo x Dissipação de calor



O Moderno capacete para ciclismo não dificulta da dissipação de calor

Ao usar um capacete para ciclismo existente no comércio consegue-se uma proteção vital contra um possível traumatismo cranioencefálico, porém será que esse capacete dificulta os processos de termorregulação em um meio ambiente quente-seco ou quente-úmido? Levando-se em conta que a cabeça proporciona um meio significativo para a perda de calor durante a hipertermia induzida pelo exercício,¹ muitos ciclistas competitivos acreditam que, ao correrem sem capacete, conseguem reduzir a sobrecarga térmica e o desconforto físico. Essa crença persiste apesar de o atual capacete comercial protetor preservar as características aerodinâmicas e de leveza, com orifícios de ventilação para o esfriamento por convecção e evaporação*. Para avaliar as respostas fisiológicas e perceptivas que ocorrem ao usar um capacete, 10 homens e 4 mulheres ciclistas competitivos pedalaram por 90′ com 60% de VO2 pico em ambientes tanto quente-secos (35ºC e 20% de umidade relativa) quanto quente-úmidos (35ºC e 70% de umidade relativa) com e sem capacete protetor.²

Os resultados para consumo de oxigênio, frequência cardíaca, temperatura central, cutânea e da pele da cabeça, taxação do esforço percebido e sensações térmicas percebidas da cabeça e do corpo mostraram que o exercício em um ambiente quente-úmido produzia um estresse térmico muito maior que o exercício em condições termoneutras. No entanto, o uso do capacete não aumentava a sobrecarga térmica dos ciclistas nem a sensação perceptiva de calor por parte da cabeça ou do corpo.
* Convecção: A eficácia da perda de calor por condução depende da rapidez com que o ar adjacente ao corpo é permutado após ter sido aquecido. Se o movimento do ar ou a convecção prossegue lentamente, o ar próximo da pele se aquece e age como uma “zona de isolamento” que minimiza qualquer perda adicional de calor por condução. Inversamente, se o ar mais frio substitui continuamente o ar mais quente ao redor do corpo em um dia com muito vento ou durante uma corrida, a perda de calor aumenta porque a convecção substitui continuamente a zona de isolamento.

Evaporação:
A evaporação do suor a partir da pele exerce um efeito de esfriamento. Por sua vez, a pele esfriada resfria o sangue desviado dos tecidos internos para a superfície.

Fonte: MCARDLE, W.D, KATCH, F.I, KATCH, V.L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 5ed. Rio de Janeiro, 2003

1 – RASCH W, CABANC M. Seletive brain cooling is affected by wearing headgear during exercise. J Appl Physiol 1988;65:65

2 – SHEFFIELD-MOORE M, et al. Thermoregulatory responses to cycling with and without a helmet. Med Sci Sports Exerc 1997;29:755

http://adenosina.wordpress.com/

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Porque monitorar a freqüência cardíaca?


Monitorando a frequência cardíaca, podemos observar que quanto melhor nos exercitamos, melhor será o aproveitamento de nosso Sistema Cardiovascular. Tanto atletas profissionais quanto amadores tem há décadas depositado sua confiança na informação proporcionada por seus monitores de frequência cardíaca, pelas seguintes razões:

* Um monitor de frequências cardíacas é como um contagiros, proporcionando uma medição precisa da intensidade do exercício.

* Treinar em seu próprio ritmo ideal se torna possível com um monitor de frequências cardíacas. * A medição direta da frequência cardíaca durante o exercício é a maneira mais precisa de controlar o desempenho.

* O progresso pode ser acompanhado e medido, aumentando a motivação.



Quando você começa a treinar, a frequência cardíaca se eleva rapidamente em proporção à intensidade do treinamento. Nos Monitores de Frequência Cardíaca, um cinto transmissor colocado no tórax detecta o sinal eletrocardiográfico (sinal elétrico proveniente do seu coração) e o transmite através de uma onda eletromagnética para o receptor de pulso, onde essa informação é digitalizada e exibida. O coração impulsiona o sangue dos pulmões (onde o sangue recebe oxigênio) para os músculos (onde o oxigênio é utilizado como combustível) e de volta aos pulmões outra vez. Quanto mais intenso o treinamento, mais combustível os músculos necessitarão e mais fortemente o coração terá que trabalhar para bombear o sangue rico em oxigênio para os músculos. À medida em que você se torna mais fisicamente condicionado, o coração se torna capaz de bombear uma quantidade maior de sangue a cada batimento. Como resultado, seu coração não precisa bater tanto para transportar o oxigênio necessário aos seus músculos, e se reduzem tanto a frequência cardíaca durante o repouso quanto durante o exercício, em todos os níveis de esforço.

Autor: ADRIANOCICLISTA

DICAS PARA PEDALAR NO FRIO


No frio você outras paisagens para apreciar, outras frutas para degustar, outros cuidados para tomar.

O frio não é desculpa para não sair para pedalar, principalmente se o tempo estiver seco, sabendo algumas dicas e praticando, a pedalada pode se tornar até mais gostosa do que naqueles dias de calorão do verão.

O que colocamos aqui sao dicas.Considere como sugestões, pois a sensacao e efeitos causados pelo frio podem variar para cada pessoa.
Para pedalar no frio é preciso ter uma noção mínima de meteorologia.Por exemplo, se vai subir a serra, deve saber que quanto maior a altitude menor é a temperatura. Se você não estiver prevenido pode passar frio.

Se for fazer uma pedalada longa, como uma cicloviagem, é bom lembrar que nesta epoca do ano, durante a madrugada estará muito frio, mas durante o dia, a temperatura aumenta e você vai ter que tirar boa parte da roupa que está vestindo.


Vestuário

A maior dificuldade é escolher a roupa a usar, cada situação pode exigir um tipo de roupa diferente. A dica principal é não se encher de roupa, por mais que esteja frio, pedalando você vai se esquentar.

Aquecimento

Exercícios de alongamento podem ser bem vindos. Mas é importante se orientar com um profissional de educacao fisica. Alguns defendem a ideia de que alongamento com o corpo frio pode trazer danos.
A receita básica é sempre começar pedalando devagar e ir aumentando o ritmo a medida que o corpo esquenta.

Alimentação

Com o frio tem-se uma necessidade calórica maior para manter a temperatura do corpo, por isto uma alimentação saudável é muito importante!

Para pedaladas longas, coma algumas barras de cereais e/ou barras energéticas durante o percurso. Não espere a fome chegar para ir repondo as energias.

Após a pedalada uma xícara de bebida quente sempre é bom para aquecer.
Proteção

O sol em dias frios também causa queimaduras.O uso de protetor solar não deve ser esquecido;

O ar muito frio causa ressecamento da pele por isto deve-se usar loção hidratante para as partes expostas do corpo;

Para evitar o ressecamento dos lábios deve-se utilizar um creme de protecao, como a conhecida "Manteiga de Cacau", que é encontrada nas farmácias;

O Ar seco, principalmente associado à poeira, causa ressecamento nos olhos. Use óculos de proteção.

Ritmo de pedalada

Procure pedalar em um ritmo constante para manter-se aquecido;

Fique parado o menor tempo possível e de preferência pare em local protegido do frio.